Jacó era calmo, sabia orientar, foi bom marido, teve boa amizade com os genros e noras, e era sábio. Parecia fazer tudo sem pressa e raramente se irritava. Não falava mt sobre seus sentimentos, era um homem de bom coração e mt trabalhador. Com a esposa, Gedalva, lutaram mt para conquistar seus objetivos, deixando bons exemplos de vida.
Como funcionário do DER, trabalhou em diversas regiões do Estado, e por isso residiu em Tijucas, São João Batista, Major Gercino, Canelinha, Garcia, São Miguel e Biguaçú.
Participou da fundação do Clube de Futebol Quarani de Palhoça (1928), onde jogava.
Seu namoro com a Gedalva começou num jogo do Guarani, em Santo Amaro da Imperatriz.
Jacó, quando morava em Biguaçú, comprou a casa que pertenceu a seus pais, em palhoça, onde foi residir, após uma boa reforma.
Nos últimos anos de sua vida gostava de cozinhar e tomar uma caipirinha com os amigos.
Outras interessantes fases da vida e memórias, do Jacó, foi contada no Livro: O Carnaval de Nossas Vidas, escrito pela filha Clarice.
Com problemas numa perna, teve a mesma amputada, e consequentemente, um período mt difícil, em final de vida.