Almira começou a trabalhar, de professora, aos 16 anos e se aposentou após 30 anos de serviços. Ela sempre foi ligada a Igreja, onde deu doutrina por muitos anos e participava como Filhas de Maria.
Em depoimento, disse que o melhor dia de sua vida foi o de casamento, e que o pior, foi a morte de sua mãe (30 anos), 8 dias após ter nascido sua mana, Cecí. Na ocasião tinha só 9 anos, e que sofreu muito pela sua falta. Sem a mãe a vida não foi completa, apesar do pai ser o melhor pai, mas sempre faltava algo. O casamento foi uma grande coisa, pois veio preecher um espaço em sua vida. Por esta razão, disse que encontrou a felicidade no casamento.
Disse ainda, que sempre viveu bem com o Antônio (marido) e sem desintendimentos. Apesar dele ser um pouco nervoso soube compreendê-lo. Achava o marido extremoso, pois era exigente com filhos, por outro lado, disse que ele os amavam.
Sobre a viuvês, disse que apesar da falta do marido, viveu tramquila, pois Deus fechou um porta, mas abriu outra, se sentindo realizada na vida.